É claro que não faz justiça à comida de nenhuma das anteriores, Apre! As tapas enjoam de gordurosas, a cerveja sofre de síndrome de morte súbita, o pão (caso não seja consumido em fracções de segundo) passa a arma de arremesso, a àgua é imprópria para diabéticos (Blhark pá H2O espanhola, é doce) e o café... esse nem comento!
Safaram-se os Rebujitos, uma bebida bastante decente (manzanilla+7Up) que sobe de pantufas e nos deixa num estado entre o alegrete e o flutuante.
O.K: Rebujitos, bailaricos, luzinhas e rónhónhós... elas todas cheias de folhos, bolas nos vestidos, castanholas, fogo no rabo (chiça, dançar sevilhanas tem o que se lhe diga...) e rosas multi-colores (que mais pareciam couves-flôr) no alto da peúga, mas todas bem enjorcadas e cheias de atitude.
Eles (epá, feeeeeeeeeeeeeeeeeios que mete dó e ainda nos queixamos dos nossos) com aquelas ventas-de-urinol, (o ar de quem está prestes a fazer uma pega de caras com um pau de vassoura enfiado no cú).
Nós, as paderinhas do país de "Àhhh Cristiano Ronaldo hê?" (como se viéssemos dos antípodas...for goodness sake! Qué fatal!) com cravos vermelhos enfiados nas melenas à La 25 de Abril, com certeza (pois é, tb queríamos estar girassas mas sem dar uma machadada na pátria..., ainda pensei levar um traje de Minhota ou Nazarena pero.... podia cair mal... ou no ridículo hehehehe), a curtirmos o prato e a enxotarmos os miralóstés mais afoitos.
Foi muito bom, espantámos a rotina, o fado e a apatia depressiva que assola a Lusitânia.... para voltarmos e encontrarmos tudo... ainda pior! Óh que sina aziaga a deste país.

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